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Atualização: Arquivos do Leiaute 3 da Escrituração Contábil Fiscal (ECF)

Foram publicados os seguintes arquivos referentes ao leiaute 3 da ECF, para situações especiais do ano-calendário 2017 e situações normais do ano-calendário 2016:- Minuta do Manual de Orientação do Leiaute 3 da ECF – Versões em Word e em pdf – No anexo a esse manual, constam todas as alterações efetuadas em relação ao leiaute 2.- Minuta das Tabelas Dinâmicas do Leiaute 3 da ECF – A partir dessa versão do Manual da ECF, as tabelas dinâmicas serão disponibilizadas em arquivo separado.

Além disso, também foi disponibilizado o arquivo de Perguntas e Respostas do IRPJ 2016, que também traz perguntas sobre a ECF.

A publicação do Ato Declaratório Executivo, com o Manual definitivo do leiaute 3 da ECF, deverá ocorrer em dezembro.

Para baixar clique nos respectivos links:

Minuta do Manual da ECF – Versão em Word – Leiaute 3
Minuta do Manual de Orientação do Leiaute da ECF

Minuta do Manual da ECF – Versão em pdf – Leiaute 3
Minuta do Manual de Orientação do Leiaute da ECF

Tabelas Dinâmicas da ECF – Versão em Excel – Leiaute 3
Tabelas Dinâmicas do Leiaute 3 da ECF

Fonte: http://sped.rfb.gov.br/pasta/show/1644

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4 Bons Motivos para Contratar Serviços de BPO para Empresa

No dia a dia de qualquer empresa, há preocupações que vão muito além de seus objetivos principais dos departamentos tributários e fiscais. Tanto uma lanchonete de esquina quanto uma companhia multinacional têm processos e obrigações que se assemelham, como o pagamento de impostos federais, estaduais e municipais, além de controle de estoque e relacionamento com clientes e fornecedores.

Graças à constante criação de regulações e impostos, a questão tributária fica cada vez mais complicada. Na prática, isso significa que a empresa precisa destinar mais tempo com assuntos secundários, o que, muitas vezes, tira o foco dela em suas atividades prioritárias. Aqui, entram em cena as soluções BPO.

Em bom português, BPO (Business Process Outsourcing) significa terceirização de processos de negócios. De modo geral, trata-se de um modelo de gestão que usa inovações tecnológicas para diminuir custos operacionais da empresa contratante, bem como aumentar a sua produtividade. Portanto, não é exagero afirmar que soluções de TI são sinônimo de dinheiro no bolso.

Mais do que uma simples terceirização, os serviços de BPO oferecem soluções específicas após uma análise profunda dos processos das empresas. Dependendo da necessidade, essas soluções variam desde gerenciamento de documentos e auditoria dos processos e contas até gestão de logística e de suprimentos em plataformas integradas de infraestrutura e softwares.

Não à toa que os investimentos em BPO só crescem no Brasil. Para se ter uma ideia, segundo dados do Brasil TI-BPO BOOK, esse setor cresceu 6,6% em 2015, atingindo 14,2 bilhões de reais.

Se os investimentos nesse setor estão crescendo ano a ano, isso significa que os serviços de BPO são bem avaliados pelas empresas e, claro, fazem diferença nos negócios. Confira, a seguir, outras razões para você contratá-los:

1. Redução de custos operacionais

Ao atribuir tarefas a terceiros, a empresa não precisa contratar profissionais específicos para a realização desses processos. Além de economizar com salários, a economia se dá, também, com a falta de necessidade de investir em treinamentos.

Não é só isso. Com os serviços de BPO, a empresa paga apenas por aquilo que foi usado. Em outras palavras, o custo é variável. Ao contrário de fazer esses processos internamente, onde os custos são fixos e, por consequência, maiores.

2. Inovação tecnológica e melhores práticas

Quem fornece serviços de BPO está sempre preocupado em buscar inovações tecnológicas para auxiliar as empresas contratantes. De modo geral, as companhias que preferem realizar os processos internamente contam com métodos e softwares ultrapassados, o que não permite que as empresas cresçam mais.

3. Padronização dos processos de negócio

Uma vez que todos os processos do negócio ficam sob responsabilidade da contratada, eles se tornam padronizados. Assim, é muito mais fácil encontrar erros e corrigi-los rapidamente.

4. Aumento de produtividade

Como foi falado acima, os serviços de BPO, primeiro, fazem uma análise do negócio e, em seguida, oferecem soluções. Isso quer dizer que eles se adaptam ao negócio da empresa, não o inverso. Portanto, as empresas contratantes podem continuar trabalhando da mesma forma que sempre fizeram.

Aliás, mais do que isso. Como uma companhia terceirizada fica responsável por alguns processos, a empresa consegue se concentrar no core business. Em outras palavras, ela se preocupa exclusivamente com aquilo que realmente interessa e dá lucro.

Serviços de BPO na Área Contábil, Fiscal e Operacional

Nesse sentido, a FEGG IT está preparada para otimizar os recursos da sua empresa. Com profissionais com mais de 15 anos no mercado, a FEGG IT ajuda nas áreas contábeis, fiscais e operacionais por meio de soluções tecnológicas.

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Vantagens de Contratar Suporte AMS – SAP na FEGG IT

Como você já sabe, uma empresa só anda para frente quando todos seus sistemas de tecnologia estão em pleno funcionamento. Para que isso realmente aconteça, as organizações investem na formação de uma equipe de profissionais qualificados de TI, sobretudo para a área de AMS (Application Management Services).

Basicamente, os serviços de AMS são responsáveis pela manutenção e suporte de todas as aplicações instaladas dentro de uma companhia. Entre elas, podemos destacar os sistemas SAP e os softwares ERP.

Em tempos de recessão econômica, manter uma equipe dedicada em AMS sai muito caro para as pequenas e médias empresas que querem enxugar custos. Por outro lado, sem profissionais dedicados na gestão e suporte das aplicações, a organização perde muito em produtividade. Então, qual é a solução para esse dilema?

A resposta está na terceirização dos serviços de AMS. Ao contratar uma empresa especializada no suporte de aplicações, a sua empresa consegue se dedicar integralmente nos projetos, ou seja, ganha-se em produtividade. Abaixo, confira outras vantagens em contratar um suporte AMS para a sua empresa:

Tempo é dinheiro

Basta um único problema em uma aplicação para prejudicar todo processo operacional de uma empresa, atrasando o trabalho de todos os departamentos. Aí, até encontrar qual é o problema e, em seguida, resolvê-lo, um projeto já se foi.

Sabendo que tempo é dinheiro, as empresas de tecnologia que oferecem suporte AMS fazem uma manutenção preventiva para que as aplicações funcionem de forma integral. Assim, mesmo que você esteja em um projeto crítico, as aplicações estarão trabalhando com alta performance.

Caso aconteça alguma adversidade (o que é normal), o suporte terceirizado oferece soluções imediatas e precisas. Aqui, não é de se estranhar que uma equipe de AMS remota pode resolver um contratempo entre 8 e 16 horas, ao passo que um profissional alocado levaria 70 horas.

Atendimento especializado

Na hora de formar uma equipe interna de AMS, é necessário contratar um profissional especializado em cada produto instalado. Veja: só no processo seletivo já se gasta muito em tempo e dinheiro. Com um suporte remoto, isso não acontece, uma vez que o serviço terceirizado tem solução para qualquer tipo de aplicação.

Em resumo, vale muito mais a pena para o caixa da empresa contratar um suporte AMS do que investir na contratação e manutenção de uma equipe interna.

Melhores tecnologias sempre

Mais do que solucionar problemas, o suporte AMS aponta melhorias para as aplicações e novas alternativas de sistemas. À medida que novas tecnologias surgem, a empresa contratada para os serviços de AMS procura se especializar nas novidades. Assim, a sua empresa fica tranquila, se concentrando apenas nos seus projetos.

Quer uma sugestão?

De fato, ter um suporte AMS remoto traz muitas vantagens, mas você precisa saber qual empresa contratar. Nesse sentido, a FEGG IT dispõe de uma equipe de consultores e especialistas de nível pleno e sênior. Tratam-se de profissionais com mais de 10 anos de mercado e com expertise para atender as mais variadas aplicações.

Isso sem falar que a FEGG IT prioriza a resposta rápida ao cliente. Então, quando um cliente abre um chamado para resolver um problema ou tirar uma dúvida, ele passa pelo nível 1 de atendimento.

Lá, os profissionais verificam as informações e direcionam o atendimento para a equipe correta no nível 2. Aí, em caso de urgência, o time tem até duas horas para responder e até seis para corrigir.

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Crise? Crédito Acumulado pelo e-CredAc pode ser a solução

É hora de conhecer quem já venceu os desafios do e-CredAc: a FEGG IT já entregou não só o modelo simplificado como o de custeio à Secretaria Estadual da Fazenda São Paulo.

O Sistema Eletrônico de Gerenciamento do Crédito Acumulado, criado em 2010 pela Portaria CAT nº 26, é um dos layouts mais complexos da área fiscal. Conhecido como e-CredAc, o sistema substituiu a antiga DCA (Declaração de Crédito Acumulado) que era feita via papel pelas empresas – a maioria, importadoras.

São raros, os prestadores de serviços que conseguiram garantir a entrega ao Fisco Estadual para resgatar o crédito acumulado, principalmente, pela falta de experiência em relacionar tantas informações e discernir os impostos, inclusive, da cadeia produtiva.

“Não é um processo simples e, ás vezes, as organizações preferem perder o crédito porque a solução oferecida pela maioria dos prestadores de serviços não compensa em função do investimento”, revela Fábio Rodrigues, diretor executivo da FEGG IT, que desenvolveu uma ferramenta de customização para suprir a demanda não só do layout simplificado, mas também de custeio.

Ele revela que o segredo da FEGG IT está baseado na experiência da equipe lidar com diferentes sistemas de gestão, que registram as informações de entrada e saída de mercadorias, as quais precisam ser analisadas para identificar os créditos acumulados. “Nosso diferencial está no fato de sabermos gerar a informação do e-CredAc, inclusive, do modelo de custeio que engloba toda cadeia produtiva, além do simplificado, que envolve a informação da movimentação do estoque, tão complexa para maioria dos prestadores de soluções de TI Fiscal”, conta Rodrigues.

A FEGG IT atende atualmente o método de custeio na área siderúrgica e simplificado para indústria de bens de consumo. Sua ferramenta de customização é constituída de seis módulos, os quais suprem as exigências do sistema mais complexo da Fazenda Estadual, que tem dado muita dor de cabeça aos executivos da área de TI Fiscal.

Quanto vale?

Você sabia que o método de apuração do ICMS lhe permite resgatar até 10 mil UFESP (Unidade Fiscal do Estado de São Paulo), que implica gerar um crédito de até R$ 235 mil por mês para sua organização?

Muitas empresas não resgatam os créditos do ICMS porque o custo da solução oferecida pelos grandes players não compensa. A FEGG IT sabe como resolver o desafio do e-CredAc sem ferir seu orçamento. Fale com um dos nossos consultores e conheça as diversas formas de oferta dos nossos serviços e de uso da nossa solução.

O que é crédito acumulado?

Quando uma empresa compra a matéria prima e paga uma alíquota maior do que a devida na saída do produto acabado gera um saldo credor nesta transação, ou chamado residual, que pode ser abatido nos débitos de ICMS futuros. O crédito acumulado não é o saldo credor, mas faz parte dele. O crédito acumulado está vinculado a compra de matéria prima, material de embalagem, produtos intermediários, alguns ativos relacionados ou transferências para terceiros. Antes do e-CredAc, o Estado São Paulo utilizava o DCA para resgate dos créditos.

Quando surgiu o crédito acumulado?

O crédito acumulado existe desde a criação do ICMS, que aconteceu a partir da Constituição Federal de 1988 com a definição do imposto na esfera estadual. No Estado de São Paulo, a regulamentação aconteceu em 1989 através da Lei 6.374. Desde 2010, entretanto, o Estado de São Paulo criou o sistema de gestão eletrônico para o resgate desses créditos para tornar mais eficiente este processo.

Como funciona o e-CredAc?

Existem duas modalidades do Sistema Eletrônico de Gerenciamento do Crédito Acumulado: o simplificado e o de custeio. O primeiro foi regulamentado pela Portaria CAT 207/09, cujo layout exige as informações sobre a saída de mercadorias para cada período. São utilizados índices gerais, como IVA ou PMC, definidos pelo Estado sobre o valor das saídas e calculados através de médias apuradas para setores específicos. Os pedidos, neste caso, ficam limitados a 10 mil UFESPs por mês.

O segundo layout, de custeio, foi regulamentado pela Portaria CAT 83/2009. Ele identifica e quantifica o ICMS incidente sobre as mercadorias, serviços, insumos e demais materiais utilizados na prestação de serviço. É um acompanhamento do ciclo total de aquisição, produção e comercialização, independente da relação com à apuração do crédito acumulado. É bastante complexo, porém permite o aproveitamento integral do crédito gerado no processo produtivo.

Quem tem crédito acumulado?

Não são todas as empresas que tem créditos acumulados, mas a área fiscal sabe quando a empresa está inserida nessas categorias. São os RICMS, – regulamentos estaduais do ICMS, cujo significado é Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – quem define as empresas que podem resgatar o crédito acumulado. Verifique se sua empresa está inserida nos artigos dos decretos publicados nos anos de 2009 e 2010:

Decreto 54.249/2009
Decreto 55.407/2010

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Bloco K, agora, entra no SPED Fiscal

Quem fatura acima de R$ 300 milhões será obrigado entregar o Bloco K

O livro de registro do controle de produção e do estoque, agora, sim vai para o SPED. Conhecido como o Bloco K da Escrituração Fiscal Digital do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Prestação de Serviços e do Imposto sobre Produtos Industrializados (EFD-ICMS/IPI), o arquivo magnético exigido pela Receita Federal é considerado um dos mais complexos para o mercado brasileiro.

Prova disso é que as Secretarias Estaduais adiaram o prazo previsto neste ano das grandes empresas, que faturam acima de R$ 300 milhões, para janeiro de 2017. Veja mais detalhes sobre o Prazo Adiado na reportagem do Valor.

São vários campos a serem preenchidos, que cruzam informações da produção e do estoque, as quais permitem à Receita Federal fiscalizar a sonegação de impostos de forma mais estratégica e rigorosa. O que está em jogo vai muito além do sigilo industrial – uma das informações solicitadas no bloco K refere-se à formula de transformação dos insumos nos produtos comercializados pela indústria.

Mesma língua dentro da sua empresa

O Bloco K é uma grande oportunidade para mudança de cultura na forma de se registrar as informações entre diferentes áreas incluídas no processo industrial. É a chance das grandes empresas registrar nos sistemas a mesma língua entre engenheiros, tecnólogos, contadores, administradores e advogados. E, detalhe: tornar esse registro uma prática mensal.

O Bloco K propõe um grau de detalhamento que não permite amadorismo, experimentação ou grife sem prática. É arquivo para quem entende e resolve os desafios comuns dos registros incongruentes dentro das organizações. Ou seja, é coisa para especialista como a FEGG IT.

Quem já se preparou sabe o quanto é complexo entregar o arquivo magnético do Bloco K. São diversas correlações que estão em jogo. Cada detalhe pode reverter em multa de até 3% do faturamento. E são muitos. Ficha técnica dos produtos, volume de produtos por períodos, matérias-primas consumidas, o que inclui perdas, além do movimento de estoques e informação de produção da empresa nas mãos de terceiros e vice-versa.

Legislação

A EFD foi instituída pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ) em abril de 2009 com a intenção de obrigar a entrega do bloco K da Escrituração Fiscal Digital em janeiro de 2016 para as empresas que faturam acima de R$ 300 milhões, conforme consta no Sistema Integrado Nacional de Informações Econômicas e Fiscais, conhecido como SINIEF. O prazo, no entanto, foi adiado em duas ocasiões com a publicação de diferentes ajustes do SINIEF, obrigando as grandes empresas entregarem o arquivo do bloco K a partir de janeiro de 2017.

Veja abaixo quando a sua empresa será obrigada a entregar o EFD e entre em contato com consultores da FEGG IT para esclarecer dúvidas sobre o CNAE, cujas classificações prioritárias são 10 a 32:

1º de janeiro de 2017 – Faturamento anual igual ou superior a R$300.000.000,00
1º de janeiro de 2018 – Faturamento anual igual ou superior a R$78.000.000,00;
1º de janeiro de 2019, para: os demais estabelecimentos industriais; os estabelecimentos atacadistas classificados nos grupos 462 a 469

Saiba se a sua Empresa Precisa entregar o Bloco K

Não fique com dúvidas. Clique aqui, e fale com a FEGG IT.

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ECF 2016: 3 Erros que Geram Multas de Até R$ 500 Milhões

A FEGG IT, que já cuidou diversas vezes do desafio de entregar o arquivo à Receita Federal, reuniu os três erros mais comuns cometidos em sua carteira de clientes:

1. INCONSISTÊNCIA

Gerar arquivo magnético requer um conhecimento específico para correlacionar as informações contidas nos sistemas tecnológicos das empresas com a complexidade fiscal do nosso país que contempla as contas referenciais.

2. DENTRO DOS PRAZOS

Apuração de algumas contas tem prazos específicos de data-limite que alteram as contas referenciais.

3. REGISTRO DE CUSTOS

As normas internacionais e os modelos de contabilidade são regulamentados, mas cada profissional adota uma forma de registrá-la. Esse é um dos erros mais despercebidos pelos responsáveis da área fiscal.

As normas internacionais e os modelos de contabilidade são regulamentados, mas cada profissional adota uma forma de registrá-la. Esse é um dos erros mais despercebidos pelos responsáveis da área fiscal.

Receita Federal fiscaliza a entrega de declarações contábeis pelo Sped

145 empresas gaúchas já passaram pelo filtro da Receita Federal com inconsistências, segundo reportagem do Valor. Os contribuintes têm até dia 29 de junho para corrigir as incongruências.

Ligue agora na FEGG IT e evite multas de até 3% do seu faturamento.

Clique aqui e saiba mais do nosso case de migração de ERP.

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Editora recorre à FEGG IT após troca de TOTVS por SAP

Para cumprir com a obrigação fiscal na Receita Federal, editora conseguiu gerar seu arquivo magnético com a FEGG IT após troca de TOTVS por SAP

A FEGG IT é uma empresa nova constituída por profissionais com uma vasta bagagem profissional na área fiscal, o que lhe permite cuidar de grandes desafios como é o caso da migração de um sistema de gestão nacional para a plataforma mais eficiente do mundo.

Migrar um ERP da marca TOTVS para a solução de origem alemã SAP é iniciar uma mudança de cultura dentro da empresa que exige mais eficiência, responsabilidade e credibilidade. Ou seja, uma mudança que exige de cada área o melhor de cada profissional.

É por isso que a FEGG IT investe em parcerias com grandes empresas para servir às necessidades fiscais que surgem a partir dessa transformação cultural por meio da oferta de serviços e soluções. Na área editorial, por exemplo, a FEGG IT foi quem resolveu o desafio de gerar os arquivos magnéticos em conformidade com as regras da Receita Federal, utilizando da sua expertise e experiência para coletar parte das informações contidas no ERP do TOTVS e outra parte no SAP com objetivo de correlacioná-las às contas referenciais exigidas pelo Fisco.

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Sua empresa está preparada para Leiaute 4 do SPED Contábil?

A hora de colocar a mudança em prática chegou!!!

São muitas as novidades que a Receita Federal preparou para enquadrar às empresas nas escriturações disponíveis, nos livros G, R, B e Z neste ano, cuja entrega do SPED Contábil está prevista para o dia 31 de maio.

Empresas de lucro presumido tiveram obrigatoriedade ampliada, a Razão Auxiliar da Subcontas, o Livro Z, precisará ser transmitido com ano-calendário 2015 e há enquadramentos baseados em diversas instruções normativas como 1420 e 1515, de 2015 e 2014, respectivamente.

Não corra o risco de ser penalizado, contrate quem tem experiência em arquivos magnéticos e resolve seu problema: a FEGG IT prepara seu arquivo, valida estrutura e  valores e ainda simula a entrega no PVA da Receita Federal.

Enquadre sua empresa do jeito certo com quem resolve o desafio do layout 4: FEGG IT, a solução está dentro da sua empresa!

Não deixe para amanhã o que pode ser validado hoje!

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ECF-2016: Customize seu SAP com quem valoriza a eficiência tecnológica

A Localização Brasil da solução SAP permite customizações eficientes com a ferramenta desenvolvida em ABAP da FEGG IT para cumprir com prazo do ECF no dia 29 de julho.

É hora de se preparar para entrega do ECF (Escrituração Contábil Fiscal) cujo arquivo deve ser gerado até dia 30 de junho para Receita Federal.

Os usuários SAP já sabem que para usufruir do TDF, desenvolvido pela empresa alemã e que demanda novo licenciamento, precisam aderir ao NetWeaver HANA. Um investimento global, de longo prazo e cuja maturidade da solução está prevista somente para 2020.

 Logo, o mantra da governança fiscal continua focado na eficiência tecnológica: quanto menos redundância dentro de casa para atender ao Fisco, melhor! A FEGG IT sabe disso e oferece uma ferramenta, desenvolvida em ABAP, que usufrui do potencial de Localização Brasil já embutido nas versões do SAP.

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Atualize-se: a solução está dentro do SAP!

Desde 2008, a SAP desenvolveu funcionalidades adequadas à realidade tributária no âmbito federal, as quais são subutilizadas pelo segmento da solução fiscal, seja pelo desconhecimento ou interesse comercial.

A FEGG IT tem experiência com usuários de SAP, conhece bem as funcionalidades de Localização da solução alemã e não cria redundância de funcionalidades nas suas plataformas tecnológicas com a adoção da sua ferramenta.

Agende uma visita conosco e conheça a experiência que mais de 45 clientes tiveram com a entrega do ECF-2015 feita em setembro do ano passado.

Fale com a FEGG IT clique aqui

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ECF 2016: a diferença começa agora!

Instrução Normativa da Receita Federal estabeleceu novo prazo de entrega

É bom se preparar para a entrega da Escrituração Contábil Fiscal. O prazo é em julho, mas a organização que deseja usufruir da norma federal para organizar os processos fiscais de forma mais eficiente precisa se planejar agora. Assim, sua empresa terá mais chance de não ser notificada amanhã.

Estima-se que 60% das entregas do ECF-2015 geraram notificações da Receita Federal. A FEGG IT é especializada em soluções fiscais e garante a veracidade das informações e a correlação com as contas referenciais do Fisco para que não haja retrabalho no futuro. Mais de 45 organizações comprovaram nossa eficácia na entrega do ECF-2015.

 Queremos contribuir também com sua empresa. Agende uma visita com um dos nossos consultores e conheça uma forma de customizar somente o necessário dentro da solução SAP e de validar as informações de acordo com as normas da ECF-2016. Contrate quem resolve seu desafio fiscal. Somos uma equipe de profissionais com mais de 15 anos de know-how na área fiscal.

 Prazo ECF 2016

 A Instrução Normativa da Receita Federal do Brasil número 1595/2015 foi quem estabeleceu o novo prazo de entrega da ECF ( Escrituração Contábil Fiscal) até o último dia útil do mês de julho do ano de 2016. Portanto, a geração do arquivo txt não será entregue em setembro como foi em 2015.

Se você agenda agora uma visita com nossos consultores terá possibilidades de avaliar a forma mais adequada de contratar o que resolve seus processos fiscais sem comprometer o orçamento da sua organização.

A FEGG IT oferece licenciamento da solução fiscal, que customiza apenas o necessário para quem é usuário SAP e ainda parametriza o SPED Contábil com as contas referenciais do Fisco para gerar apurações mensais do CSLL e IR. É assim que sua organização usufrui da norma fiscal para gerar governança empresarial!

Nós também oferecemos serviços para organizações que buscam gerar o arquivo txt sem correr risco de ser notificado ou enviar informações contraditórias. Agende agora a visita dos nossos consultores até você e faça a diferença na sua organização!

 FEGG IT, a empresa que resolve seu problema fiscal!

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